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O meu filho dava um livro...

... e vários filmes!!! Num elenco de luxo, temos como protagonista Salvador, nascido a 28.04.2010, em cenários da vida quotidiana. Registado no nosso dia-a-dia, por isso aconselha-se alguma prudência quando imaginar as cenas descritas: são bem reais..

O meu filho dava um livro...

... e vários filmes!!! Num elenco de luxo, temos como protagonista Salvador, nascido a 28.04.2010, em cenários da vida quotidiana. Registado no nosso dia-a-dia, por isso aconselha-se alguma prudência quando imaginar as cenas descritas: são bem reais..

O Homem da Casa sou eu: Encomenda pizza!!!

No carro, a caminho de casa:

- Mãe, hoje é o dia 3 da semana da escola?

- Hum??

- Que feira é hoje?

- 4ª feira, Salvador, hoje é 4ª feira.

- E não é semp'e nesta feira que o Pai manda vir as pizzas?

- É.

 

Promoções da Telepizza à 4ª feira, valem mesmo a pena, acreditem.

E não, não comemos pizza TODAS as 4ªs feiras. Com muita pena minha... E do Salvador... E dos moços que as entregam, que é sempre um pagode...

 

- Hum.... - hesita ele.

- Que foi, Filho? 

- É que... O Pai só vem amanhã, não é?

- Sim.

- E hoje é a 4ª feira, sim.

- E eu não sei te'fonar... - diz ele meio desesperado.

- Não estou a perceber... Queres falar com o Pai, é isso?

- Mãe... Eu sou o Homem da Casa até amanhã?

- Sim.

- Sou eu que toma conta de ti e faz as coisas o Homem da Casa faz?

- É mais ou menos isso... - respondo a medo, não vá estar a encorajar alguma barbaridade.

- Mas eu não sei te'fonar, por isso é assim: quando chegarmos a casa, vais te'fonar e vais encomendar pizza, porque hoje é 4ª feira, o Pai só vem amanhã e amanhã as pizzas já são mais caras!!!

 

Mái nada!!! He's the Boss!!!

E podia ser pior: podia ter-me mandado para a cozinha....

 

Carnaval? Não, vou trabalhar assim vestida...

- Estás mesmo bonita, Mãe - diz ele quando entro na cozinha esta manhã para verificar se estava a tomar o pequeno almoço.

- Obrigada, Filho - respondo enquanto lhe dou um beijinho na testa.

- Mãe, vais fazer uma pinta vermelha na testa? - pergunta.

- Como? 

- Se vais fazer uma pinta vermelha na testa? - insiste.

- Uma pinta na testa?

- Sim.

- Vermelha? - continuo, numa de ganhar tempo e tentar perceber que raciocínio é que aquela cabecinha estará a desenvolver.

- Sim.

 

Desisto.

 

- Não estou a perceber, Filho: porque é que eu deveria ir pintar uma pinta vermelha na testa?

- Porque estás tão bonita, vestida assim de indiana... É para uma festa de Carnaval na tua sala??

 

Por segundos, fico sem reacção...

 

- É, Mãe?

- Não. Não estamos no Carnaval... - respondo sem saber o que pensar.

- E pudemos fazer uma festa de carnaval aqui na minha casa?

- Não...

 

E continuo sem perceber a cena do «Carnaval», «indiana», «pinta vermelha na testa»...

 

- Salvador, explica lá à Mãe porque é que, pela roupa da Mãe, achas que é carnaval...

(digo já com um medo tremendo da resposta, antecipando que o mais certo, neste cenário, é eu acabar a mudar de roupa porque.... as crianças nunca mentem.)

 

- Então, Mãe: tens esses sapatos bonitos e cheios de coisas brilhantes mais parecem uns chinelos (Nota: são mesmo umas chinelas de verão) e depois tens essa coisa, que não é vestido porque é curta mas voa como um vestido,  parece os vestidos das indianas que aprendemos na escola (Nota: chama-se túnica e é um padrão tipo patchwork). Falta a pinta vermelha e as  calças também não podem ser assim...

 

Eu teria apreciado os conselhos de moda.

A sério que sim.

Se eu me estivesse mesmo a mascarar de indiana para um qualquer evento carnavalesco.

 

Mas não era o caso: eu estava apenas a tentar sair de casa para ir trabalhar.

Num estilo hippie-chic, pensava eu...

Afinal, e de acordo com os conhecimentos de moda / cultura mundial do meu Filho, ou estou a treinar para o carnaval ou estou apenas no continente errado...

 

 

SÓ ME APETECE BATER-LHE!!!!

Virei costas para atender o telefone e deixei o pc... na edição do blog dele.

 

Não foi de modas: nem ele sabe como, foi aos rascunhos e apagou-os todos.

TODOS!!!!!

 

CINCO TEXTOS!!!!

 

ELE APAGOU TUDO!!!!!!!

 

AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!

 

Vai de castigo para a cama... e já!!!!!

Papéis invertidos

Cenário da noite: Com o Pai ausente, Filho e Mãe deitam-se juntos na cama dos pais.

E cedo, para compensar a noitada de «Tubarões».

 

Cada um com o seu tablet, para dar aquele toque de «Não, o pessoal não foi dormir assim que acabou de jantar», ficámos, lado a lado, cada um na sua vidinha.

 

Cena 1:

- Mãe, quando é que vamos dormir?

- Quando eu disser: a Mãe sou eu, ontem deitámo-nos tarde e hoje não é para estarmos acordados muito tempo - esclareço para que não haja margem para dúvidas.

- Estááá beeeemmmm... - replica ele.

 

E logo de seguida:

- Mãe, pode-se saber porque é que estás com essa cara?

- Estou com sono, a bateria do tablet está quase a acabar e, quando isso acontecer, vamos dormir - resmungo, preocupada porque o Pai ainda não deu notícias.

- Huum, acho que 'tás a mentir a mim - diz ele sem tirar os olhos de uma versão natalícia do Bubble.

- Não, Filho, não estou. É só porque não estou a conseguir jogar como deve ser e estou irritada - invento - Desculpa, Filho.

- Podes até mandar a gente dormir, porque és a Mãe - começa ele - mas esse jogo é de crianças e, como eu sou A criança, quem manda nisso sou eu.

- Hã??? - pasmo.

- Sim - afirma ele convicto - Vais parar de jogar, pões o tablet a carregar p'a poderes trabalhar amanhã e desligas tudo que estás com uns olhos cansados de sono.

 

Cena 2:

- Mãe, fizeste o que eu mandei-te? - questiona em tom autoritário.

- Sim, Salvador: o tablet está a carregar e nós já estamos de luz apagada para dormir.

 

5 segundos de silêncio, numa voz doce:

- Mãe, tu 'tás preocupada com o Papá?

- Não Filho, estou só com saudades.... - minto pela segunda vez em menos de 10 minutos.

- Mãe, num preocupas-te, está bem?: eu estou aqui, sou o homem da casa e vou cuidar de ti. Chega p'áqui qu'eu faz-te festinhas na cabeça p'a tu dormires.

 

Cena 3:

- Mãe, importaste de desligar o telemóvel??

- Mas tu não estavas a dormir!!?!?

- Eu estava mas 'pois mexeste no teu telemóvel, com essas luzes todas, e eu agora acordei. Não achas que já é tarde??? - resmunga.

- Tens razão, Filho, mas estava só a mandar uma mensagem ao Papá para ver se ele já tinha chegado.

- E chegou?

- Sim, Filho, já chegou.

- Ele está bem?

- Sim, Filho, está, fica descansado.

- Eu ficava, Mãe, mas para isso deixa o telemóvel na mesa e dorme p'a eu dormir, que amanhã temos que acordar cedo para o trabalho e para a escola, certo?

- Certo, Salvador, certo....

 

Sempre foi minha convicção que haveria uma altura em que teriam de ser os filhos a pôr os pais na linha.

Nunca pensei que chegasse a vê-la, quanto mais a vivê-la.

E muito menos nas mãos de um pirralho de 4 anos...

 

Confesso que não foi de pais responsáveis, mas...

... Não conseguimos resistir e o Salvador acabou por ver toda a saga do Jaws connosco. 

 

Foi de uma irresponsabilidade total, admito:

- Era domingo à noite;

- Hoje era dia de escola;

- Não é propriamente um filme para a idade dele, quanto mais logo quatro filmes do mesmo tipo...

 

... Mas é delicioso ouvir os comentários dele:

 

"Este tubarão é um bocadinho estúpido, não é???"

"Mas ele num viu que a cabeça dele não ia caber ali??"

"Vai levar uma tareia dos golfinhos,  ai vai, vai!!! "

"Se ele tem fome, uma pessoa não chega-lhe de almoço,  Mãe? "

"Nos outros filmes de bichos eu vi com o Pai,  os tubarões não comiam só pessoas. Qual é o problema deste???"

 

E outras pérolas afins. 

 

A sério,  um gozo.

 

Confesso que depois compensámos, a medo que ele fosse ter pesadelos: dormiu connosco. 

 

E esta manhã admitiu que teve um 'cadito medo, "quando a cauda dele ficou presa. Mas pois pe'cebi que todos os tubarões eram pa morrer nestes filmes e passou-me!!!!"

 

Mais corajoso que muitos, hein????? 

A Guerra das Meias

Ele não percebe. E eu, se calhar, também não.

É algo irracional e incontrolável.

 

Não há chinelos do Faísca, Crocs da Lego ou ténis rotos que resistam: eu calço-o, ele descalça-se.

Apenas as meias resistem.

E, por isso, ele anda sempre de meias.

 

- Salvador, tira os pés do chão e calça as meias, por favor!!!! - grito eu.

- 'Tás à espera que eu vá a voar 'escar as meias!??!? - responde-me ele.

- Só não te quero de pés descalços, Filho... - suplico.

- 'Tou a ir, mas 'tás um cadito chata com esta coisa das meias, Mãe, eu p'eciso andar descalço para as ir 'escar!!!

 

Eu sei. Ele tem razão.

Mas ainda há duas semanas ele estava com pneumonia.

 

Ontem tinha umas ranhocas...

- São só uns ranhos, Mãe, gente limpa e já está!!! - diz-me ele...

 

Hoje já espirrou umas quantas vezes...

- Credo, Filho, temos que te ir vestir!!

- Mais??? Mas eu estou de pijama, não estou nu!!!

 

Eu sei disso.

Mas o que é que faço com o meu coração??

Com os meus sentidos em hiper-mega-alerta a ranhos e espirros?

 

 

Oh Deus, se ser Mãe é, a cada susto, ficar com mais radares, não tarda nada tenho que alugar a Serra da Arrábida para instalar os meus....

 

«Tem a certeza que está a falar do meu filho?»

Fiquei baralhada.

Nada do que a Marina - a educadora do Salvador - estava a dizer, naquela reunião de pais em meados de janeiro deste ano, me fazia sentido.

 

- Tem a certeza que está a falar do meu filho?? - perguntei.

- Sim, Mãe, estou a falar do Salvador.

 

Então não havia dúvidas, porque não há mais nenhum Salvador na sala.

 

Estava completamente aparvalhada!!!

Eu sabia que, fora de nós, pais, o Salvador era o perfeito exemplo da educação e da organização mas assim, era de mais para mim.

A Marina estava a falar de um ser onde eu não conseguia reconhecer um traço sequer da criatura que mora lá em casa.

 

- Come com faca e garfo, e de tudo - tinha começado a Marina.

- Tudo, como assim? - retorqui eu, pedindo que especificasse.

- Mãe, come tudo o que tem no prato e come de tudo: adora canja, e come arroz de polvo, lulas, legumes, incluindo alface...

 

Isto estava MESMO a ultrapassar-me!

 

Em casa o amigo quer sempre«ajuda» para comer, os talheres são sempre perdidos algures na cozinha e as únicas refeições que faz de forma completamente independente são o pequeno almoço e os lanches.

Eu, que tenho paciência com ele em tudo, tenho aqui o meu grande "calcanhar de Aquiles": não aguento as cenas dele às refeições principais e, para que as coisas não acabem mal, entrego-o ao Pai.

E escusado será dizer que já lhe aconteceu lanchar batatas com peixe ou massa com carne de tão teimoso que é ao almoço...

 

Às tantas, o pai da Jô, começa a rir e pergunta-me:

- Surpreendida?!? E então, no que é que está a pensar, diga lá, porque está com uma cara....

Nem eu sabia bem o que é que estava a pensar, por isso saiu-me:

- Olhe, estou a pensar se lhe dê uma tareia valente quando chegar a casa, ou se peça o chip que ele usa aqui na escola para lhe fazer um reset e instalá-lo para uso doméstico...

A risota ainda aumentou mais.

 

E eis que, quando eu achava que nada mais me podia surpreender...

- É geral a aquisição de maior independência nos cuidados diários: Todos lavam os dentes sozinhos, todos se vestem, despem e calçam sozinhos, apenas com umas pequenas ajudas pontuais aqui e ali, em roupa e calçado menos prático e em camisolas.

 

- Geral incluindo o Salvador? Ele é a excepção, certo? - insisto.

- Não Mãe, Salvador incluído.

 

AAAAAAAHHHHHHHHH, isto assim já era demais!!!!

 

Em casa ele faz de tudo uma brincadeira e vesti-lo é uma batalha campal.

Despir-se ainda é como o outro, mas vestir-se? Acaba sempre por andar todo nú pela casa e nem as meias calça....

 

O tema seguinte foi a integração dos novos meninos.

Ficou claro que o Salvador se dava com todos e que todos - meninos novos e os que já estavam - o adoram.

 

- Partilhar, Marina??? Partilhar?

- Hã... Siiimm, Mãe.... - a Marina parecia tão confusa com a minha pergunta quanto eu com a afirmação dela.

- Ele partilha?

- Sim.

- Partilha o quê, se eu não o deixo trazer brinquedos de casa porque ele diz sempre que são só dele e que não os vai emprestar a ninguém?

- Partilha as coisas com que brinca.

- Posso começar a deixá-lo trazer coisas de casa?

- Sim, porque não?, todos os meninos o fazem.

- Mas o Salvador não partilha o que é dele...

- Pode ser que assim comece a partilhar, Mãe.

 

No outro dia, a Cristina, mãe do Ruben, um dos melhores amiguinhos do Salvador, acabou por me confessar:

- Nunca mais me vou esquecer da tua cara naquela reunião de pais...

 

Acredito: Eu estava completamente atarantada. 

Perplexa.

Confusa.

 

Depois disto tudo, tentei que fizesse em casa o que faz na escola.

Dar-lhe espaço, para além das pressas diárias para nos despacharmos e não nos atrasarmos a saír de casa ou não ficar muito tarde para ele ir dormir.

 

O resultado foi quase nulo, passados estes 6 meses.

Tirando que agora leva muitas vezes brinquedos para a escola e sim, os amiguinhos confirmam que ele os partilha.

 

Mas, depois penso: ele não vai querer ser bebé para todo o sempre, e a verdade é que eu não o trato como um bebé.

Ele tornar-se-á independente nestas tarefas, em ambiente doméstico, quando assim o entender. 

É certo que nada fazemos para incentivar os comportamentos abebezados, mas reconhecemos que fazemos muitas coisas que não devíamos, devido às pressão do tempo no nosso dia-a-dia.

 

Afinal de contas, quem é que aguenta estar 3 horas com ele à mesa, ao final de um extenuante dia de trabalho, para que coma uma simples peça de fruta?!?!

É de loucos!!!!

 

Mas ouvir aquela descrição também: Senti-me a mãe de um Alien... O que mora cá em casa, claro, porque o que coexiste no corpo do Salvador na escola deve ser bem mais fácil de lidar...

 

A SÉRIO!?!?!????

Fui à cozinha despachar umas coisas e, quando voltei à sala para o chamar para o banho, apanho-o a olhar estranhamente para um dedo.

 

- O que foi, Filho?

- O que tu achas que é isto?

- Isto o quê? - pergunto, já que só via o dedo em riste.

- Isto!!! - insiste ele, apontando-me o dedo.

- Não vejo nada... - respondo em tom de «Pára de inventar desculpas e vamos embora!».

- Isto castanho!

 

Olho mais de perto.

 

- Não sei. Onde é  que andaste a mexer?

- Lado nenhum! - responde rápido demais para o meu gosto.

 

Até que se me fez luz.

A medo, perguntei:

 

- Andaste a mexer no rabo?

- Não, Mãe, isso é nojento. Só pus lá o dedo. ESTE DEDO!!

 

GOD!!!

 

Pistas difíceis

Há uns tempos comprámos ao Salvador um jogo que se chama Who am I?, uma versão do Jumbo do jogo Eu Sou?.

É aquele jogo em que cada jogador tem uma bandolete plástica na cabeça, na qual se coloca uma carta e, por meio de perguntas, tem de adivinhar o que está na carta: um animal, uma peça de vestuário, uma fruta, etc.. 

 

A versão do Jumbo, além de ser muito, mas muito mais barata que a original (custa cerca de 9 euros e não perto de 30...), ainda possibilita a aprendizagem da palavra em mais 10 línguas além do português, para aqueles cujos pais sabem ler alfabeto cirílico ou caracteres chineses (ou serão japoneses??? Whatever...).

 

Este sábado, enquanto o Pai assistia ao jogo Brasil - Chile, eu e o Salvador fomos jogar ao Who am I?.

 

Depois de ter trocado de lugar com ele e colocá-lo de costas para o Pai, - porque o Pai vai-lhe dando pistas, nas minhas costas, acerca da carta que ele tem na cabeça e acabam os dois numa batotice pegada e a rir que nem uns perdidos - o Salvador deve ter achado, pela minha cara, que eu devia estar em dia não e resolveu dar-me umas pistas para me ajudar a adivinhar as minhas cartas.

 

As pistas que ele me dava eram bastante difíceis, senão, adivinhem (e escrevam as respostas na área de comentários) que imagens é que as mesmas tinham:

  1. Parece uma maçã mas é um legume
  2. É redonda e para os jogadores de futebol jogarem com ela
  3. É uma bola com uma fita para um lado, uma fita para o outro e serve para ver as horas
  4. É para vestir na cabeça
  5. És um animal que está na água, tens um bico e fazes quá-quá

Comecei a sentir que mais valia não ter trocado de lugar com ele porque, com pistas destas, a batoteira era eu...

Aprendam que é assim que se faz

Vínhamos no carro, a caminho de casa, quando ele me pede que desligue o rádio porque queria fazer-me uma pe'gunta.

 

Depois de lhe responder, aproveitei o silêncio e, impiedosamente, passei ao ataque:

 

- Salvador?

- Sim, Mãe?

- Então, perguntaste à Kika se ela queria ser tua namorada?

- Não, esqueci-me e agora liga lá o rádio que eu quero continuar a ouvir a história dos 3 porquinhos.

 

Perceberam?

É assim que se dá um «corte» radical em conversas que não interessam minimamente...

 

Este «mini me» é, definitivamente, uma versão com um grande upgrade.

Nem eu sou tão eficaz...